
"A única anormalidade é a incapacidade de amar."
(Anaïs Nin)
Proposta: Anaïs está certa. Mas todos temos, cada qual à sua maneira, uma dificuldade de se dar, de amar. O que você conhece sobre seus limites amorosos.
(Anaïs Nin)
Proposta: Anaïs está certa. Mas todos temos, cada qual à sua maneira, uma dificuldade de se dar, de amar. O que você conhece sobre seus limites amorosos.

Um comentário:
Tem uma música do Beto Guedes, acho...que fala algo do tipo: "o medo de amar é o medo de ser".
Se dar ao amor é uma viagem com busca interna. Implica em doação, em enxergar o outro, no outro enxergar suas imperfeições. Aquilo que é só seu, escondido e secreto. Aquilo que é só seu, incoerentemente, é seu flagelo e sua proteção. Mostrar ao outro o seu eu funciona como um espelho e obriga a olhar para dentro. E vai que o outro descobre, exatamente, aquilo que você tem mais medo? Onde buscar o ar, depois? E se outro revelar seu medo maior e se na revelação você se der por inteiro, esquecendo, inclusive do seu medo, que é sua proteção? E se, no final de tudo, vc conseguir vislumbrar uma vida plural, mas o amor acabar/transformar e você se vir, novamente, ímpar? Como voltar para a segurança do medo?
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