
Quanto amor, hein Tillo? Eis o preço de ser todo sentimento. A sensação de tanto a dar a ponto de transbordar. Aqui estamos desaguando, caindo, reerguendo, juntando cacos, recomeçando em pedaços colados. E dando de cara com constatações: o tempo anda, padrões se repetem e ainda caímos na esparrela de achar que o outro tem o prato para guardar tanta água. Até que esse também transborde.
Que tal fazer diferente, hein? Ainda há tempo. O amor está por aí e nos espreita. Deixe que ele venha, sem medo ou culpas. Não joguemos no outro expectativas ou projeções, porque cada um é um só, único e em pedaços. Mas é OUTRO. Pensa diferente, enxerga diferente e, por isso mesmo, merece nosso respeito. Disse respeito, não subserviência. Esse é o caminho para um encontro saudável...de outro modo, não serve.
Beijo. Escreva...recupere aquele sujeito de antes que escrevia o não dito, o subliminar. Aquele ingrediente a mais que tornava a sua, a nossa vida em contemplação.

2 comentários:
Sabe Catita, o amor que a gente sente por alguém é algo que transborda mesmo, mas transborda também de uma forma estranha, de fora para dentro, isso mesmo! Acho que me afoguei em tanta água... Agora quero esperar a estiagem e deixar o ar novo da nova estação chegar para que novos frutos nasçam! O que se passou comigo, também passa-se com tanta gente..., e vc sabe muito bem disso, né? AS nossas divagações subliminares nunca fizeram ninguém, além de nós, perceber o quanto ser diferente é bom! Todo mundo quer algo igual... por isso estamos sozinhos, e tomara então que achemos alguém tanto quanto nós somos, ou então, alguém que puxe a gente deste falso pedestal! Ihhh essa foi animal... hahahaha!!!
Refletindo...
O namoro voltou!!
E agora o que foi isso?? Será que alguém me puxou do pedestal??
Ou será que eu achei alguem tão diferente que me faz agora eu me sentir igual...!!
Ai ai ai ai ai!!
Como as figuras do ápice sofrem!!
Hehehehe!!
Nós somos mesmo do ápice, Catita!!
Milhoes de beijos!!!
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